Fórmula Para uma Guerra Perpétua

A questão atual não é mais uma guerra entre Israel e a Síria, mas entre Israel e o Hamas, um dos braços armados da Síria e do Irã dentro do território Israelense. Portanto, acho adequado publicar este artigo nesta seção. Como se trata de assunto de enorme importância, decidimos deixar público o acesso a este artigo desde o início.

Escrito por Hal Lindsey - www.worldnetdaily.com

Enquanto a guerra contra o Hamas em Gaza continua, o ataque da propaganda mundial contra Israel cresce exponencialmente. À luz disto, é importante rever um pouco da história de Gaza. Em 2005, Israel retirou-se unilateralmente de Gaza e entregou completamente a sua administração à Autoridade Palestina. Todos os assentamentos Judeus foram desmantelados e seus residente removidos à força. os bens agrícolas, comerciais e residenciais de Israel - que eram consideráveis - foram deixados para os Palestinos.

Eles prontamente desprezaram e destruíram esses valiosos bens que os teriam ajudado grandemente a alimentar seu próprio povo. Foi-lhes dada liberdade para desenvolverem o que poderia facilmente ter sido algo como a "Hong Kong" do Mediterrâneo. Muitas nações derramaram bilhões de dólares nos cofres da liderança Palestina para ajudá-los a realizar esse sonho.

Ao invés disso, os Palestino usaram o dinheiro para montar um exército terrorista. Eles compraram armas e munição para equipar esse exército. Eles contrabandearam para dentro de Gaza um formidável arsenal e começaram a lançar ataques diários sobre as cidades de Israel.

Eles nem sequer tentaram construir uma infraestrutura econômica que possibilitasse aos cidadãos de Gaza sustentarem a si mesmos. É por isso que o fechamento parcial por Israel dos pontos de passagem tornou a vida tão difícil para o Palestino comum. Muitos deles só podem encontrar trabalho em Israel. Não há nenhum em Gaza.

Por que? Porque todo o dinheiro do desenvolvimento econômigo foi derramado no terrorismo. Apesar dessa fraude gritante, o mundo insiste em recompensar os Palestinos por seu engano aberto.

As assim chamadas "nações esclarecidas e responsáveis" desenvolveram uma fórmula para uso exclusivo contra Israel. Essa fórmula determina sob quais circunstâncias e de que maneira Israel pode  se defender contra ataques terroristas. Primeiro, a provocação precisa ser muitas vezes mais séria do que seria necessário para outras nações. Simples atos de guerra, tais como tomada de reféns ou ataque contínuos com mísseis contra centros populacionais civis, não são provocação suficiente para permitir medidas defensivas.

Desde 2005, mais de 6.000 foguetes choveram sobre as cidades Israelenses a partir de Gaza. Em uma demonstração de notável controle, somente depois de três anos e milhares de ataques não provocados Israel finalmente sentiu-se suficientemente justificado para lançar uma resposta defensiva.

Agora, a segunda fase da propaganda anti-Israel tem início. Ela começa quase que imediatamente com os suspeitos de costume - liderados pelos Árabes, os Russos e os Muçulmanos - todos exigindo uma retirada imediata de Israel de sua "invasão" a Gaza.

Logo em seu rastro, os membros das Nações Unidas começam seu coro de costume - declarando que a resposta de Israel é "desproporcional".

Finalmente, a mídia da partida à sua campanha parcialista. Seu trabalho é destacar os ferimentos e mortes de mulheres e crianças Palestinas que foram acidentalmente atingidas durante as intensas batalhas. Aparentemente, os anos e meses de constante bombardeio sobre os Israelenses pelos militantes do Hamas não chamaram a atenção da mídia. Somente quando Israel revidou o sinal passou para a mídia principal se unir à confraria.

Em GAza, os terroristas do Hamas se escondem em salas de aulas e porões de hospitais. Eles armazenam armas em mesquitas e usam universidades como fábricas de bombas. Atualmente eles estão escondendo foguetes de longo alcance no porão do principal hospital da cidade de Gaza. Eles intensionalmente colocam mulheres e crianças no topo dos edifícios que sabem serão em breve alvos da força aérea Israelense.

Então, quando esses escudos humanos são mortos pelo fogo Israelense, a mídia lança sua raiva sobre o soldado ou piloto Israelense, não sobre o terrorista calculista. Os corpos dos terroristas mortos - ou de seus escudos humanos - são então paradeados pela sempre-adaptável mídia como "vítimas inocentes da agressão Israelense". E os pedidos da orchestra por "proporcionalidade" crescem em volume.

Seguindo essa fórmula repetitiva, à medida que as imagens da mídia se acumulam, as previsíveis exigências por um cessar fogo incondicional por Israel aumentam em um crescendo global. Governos moderados ocidentais como a França, Inglaterra e outras nações da União Européia que têm grandes populações de mulçulmanos começam a exigir que Israel pare sua "guerra desproporcional". O lamento mundial cresce até que finalmente os Estados Unidos são intimidados a não vetarem uma resolução do Conselho de Segurança condenando Israel como agressor injustificado.

Esta é a fórmula que sempre funcionou. Os fundamentalistas Islâmicos conhecem bem essa fórmula. Organizações terroristas como o Hezbollah e o Hamas aperfeiçoaram seu uso ao ponto de torná-la uma "tática de guerra". Terroristas Islâmicos atacam e lutam até estarem perdendo. Então o mundo corre e os resgata para lutarem em um outro dia.

"Proporcionalidade" é a palavra chave que foi especialmente adaptada para ser usada contra Israel a fim de garantir sua eventual destruição por atrito.

O historicamente aceito objetivo da guerra defensiva é eliminar a capacidade de um inimigo de lhe causar dano. O lado que fizer isso primeiro é o vencedor. E até que um lado tenhal alcançado esse objetivo, a guerra continua.

O único objetivo primário do Hamas é a aniquilação de Israel. Isto está claramente explicitado em seu contrato. Eles confirma isto a cada oportunidade. As "nações esclarecidas" simplesmente não percebem essa realidade. Os mais de 6.000 ataques com foguetes contra Israel foram provocados por nada mais que a existência continuada de Israel. Enquanto Israel existir, o alvo do Hamas permanece inalcançado. As inúmeras organizações terroristas Islâmicas sustentadas pelo estado sentem a mesma coisa.

Por outro lado, Israel tem demonstrado que absorverá quase que qualquer ataque antes de recorrer à guerra. O único alvo de Israel é garantir uma paz permanente. Para alcançar esse alvo, Israel precisa eliminar a capacidade do inimigo de fazer guerra. Se não, a guerra continuará em perpetuidade.

A definição das Nações Unidades de "proporcionalidade" no caso da autodefesa de Israel significa que as perdas de Israel têm que ser iguais às dos Palestinos. Se Israel seguir esta fórmula, ela garante que eles irão eventualmente perder por desgaste. Ela garante que a guerra irá continuar até que os Muçulmanos fiquem fortes o suficiente para finalmente eliminar Israel. Pense quel teria sido o resultado da 2ª Guerra Mundial se o mesmo pensamento irracional tivesse sido forçado sobre os exércitos aliados lutando contra a Alemanha Nazista e o Japão Imperial.

Alguns dizem que o Hamas está apenas se defendendo, e que mísseis caseiros são as únicas armas que eles possuem contra os aviões e tanques Israelenses. Mas o Hamas NÃO está se defendendo de Israel quando ataca cidades Israelenses. Israel não ocupa Gaza desde a retirada em 2005.

Entretanto, se o Hamas parasse de atirar foguetes e enviar homens-bomba em Israel, não haveria necessidade de se defender. As fronteiras seriam abertas e a paz e a prosperidade se seguiriam.

O lançamento indiscriminado de foguetes sobre centros populacionais civis é internacionalmente reconhecido como crime de guerra. Constitui punição coletiva sob o tratado das Nações Unidas. Mas como é o Hamas atirando contra alvos Judeus, as Nações Unidas silenciam. Este é somente outro exemplo de como a lei internacional é mais restritiva contra Israel do que qualquer outra nação na terra.

Não existe outra nação cuja conduta esteja sujeita a maior escrutínio pelos "especialistas em leis internacionais" do que Israel - as Nações Unidads os designam para esse propósito específico. Mas no caso de Israel, pode ser demonstrado que os seus inimigos usam a lei internacional das Nações Unidas contra eles.

O Hamas declara que seus ataque são em resistência contra o fechamento da fronteira por Israel. Mas a razão porque Israel fecha suas fronteira com Gaza nunca é mencionada. Nenhum dos críticos de Israel jamais considerou que toda vez que a fronteira é aberta aos trabalhadores Palestinos, uma inundação de homens-bombas entra com eles. E quando as fronteiras internacionais de Gaza são abertas, o Hamas corre atrás de novos e mais poderosos foguetes para lançar sobre as cidades de Israel.

O que há com Israel que o tornam o estádo pária do mundo? Como pode ser que nenhum insulto aos Árabes é suave demais para justificar assassinato em massa, enquanto que nenhuma atrocidade, não importa quão abusiva, justifica uma resposta defensiva Israelense? Não importa quão razoável e legítima a ação defensiva seja para qualquer outra nação. Mas líderes de todo o mundo correram para a ONU a fim de defender a "democracia Palestina" - como se tal entidade existisse.

Não faz absolutamente nenhum sentido na natureza. Somente a Bíblia pode explicar o mistério por trás do ódio sobrenatural contra os Judeus. A profecia Bíblica predisse que Israel renasceria milagrosamente nos "últimos dias". A Bíblia tambem predisse que um ódio sobrenatural contra os Judeus cresceria mundialmente. Isto será em breve seguido pelo Armagedom e o retorno de Jesus o Messias.

Tudo isso está se cumprindo ao pé da letra diante de nossos olhos. Então, não se surpreenda nem tenha medo. A volta de Cristo para livrar os que creram nEle acontecerá em breve.