Jerusalém: Um Cálice de Tontear

Jerusalém – O Prêmio de Guerra

Ironicamente a Cidade tem experimentado pouco daquilo que lhe dá o nome. Paz tem sido mais uma oração ou uma esperança do que uma realidade. O que Jesus previu sobre a condição de Jerusalém – desde a sua destruição pelos Romanos até a sua devolução aos Israelitas no tem de Sua Segunda Vinda – se cumpriu literalmente. Ouça Sua profecia:

“E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem.” Lucas 21.24

Na história antiga de Jerusalém, ela foi pega entre as ambições de conquista dos grandes impérios da antiguidade. Israel está no meio de uma ponte de terra que conecta três continentes. Quem quer que queira construir um império que abranja a Ásia, a África e a Europa, tem que conquistar o pedaço chave no meio dessa ponte – Israel. E como sua capital é Jerusalém, lá estava ela para um cerco após o outro. Os Assírios, Hititas, Egípcios, Babilônios, Persas, Gregos e Romanos – todos por sua vez ressoaram a sua trombeta de guerra aos portões de Jerusalém. Deus milagrosamente livrou Jerusalém muitas vezes. Entretanto, seu maior perigo não vinha de fora, mas de dentro. Por causa do freqüente afastamento de Israel da fé em seu Deus, Ele trouxe sobre Jerusalém uma destruição sobre a qual Seus profetas os advertiram por muito tempo. Isso ocorreu duas vezes em sua história, cumprindo exatamente as advertências proféticas que lhes foram dadas.

No longo período desde a sua segunda destruição pelos Romanos, a batalha por Jerusalém tem-se tornado o ponto chave de um conflito de 4.000 anos de idade. A antiga inimizade familiar entre dois meio-irmãos cujo pai foi Abraão – Ismael e Isaque – explodiu até a cena atual e tragou o mundo para dentro dela. Os Árabes são descendentes de Ismael. Eles sempre acreditaram que os Israelitas lhes roubaram sua herança. Por volta de 622 AD esse ressentimento de 4.000 anos se tornou parte de uma nova religião que foi iniciada por um dos filhos de Ismael, Maomé. A religião do Islã está profundamente entretecida com a cultura e paixões dos Árabes. Assim onde quer que o Islã tenha sido acolhido, o ódio de Ismael contra os Judeus foi acolhido com ele.