Jerusalém: Um Cálice de Tontear

Deus é o Proprietário de Jerusalém

A única cidade que Deus chama de Sua: Para resumir, isto é o que os Judeus acreditam estar em questão: Jerusalém faz parte de ser um Judeu e parte de ser um Judeu é Jerusalém. Sem um não existe o outro. Ela é a cidade da Promessa. Isaías prediz que Jerusalém será a capital do mundo durante o reinado de 1000 anos do Messias na terra. A sobrevivência de Jerusalém é crítica para a sobrevivência do Judaísmo. Para os Judeus, se Jerusalém deixasse de existir, a Bíblia estaria errada.

O próprio Deus chama Jerusalém de Sua Santa Cidade pelo menos 11 vezes. Ela é a única cidade na terra assim designada. Deus declara “ela é a cidade chamada pelo Meu Nome”. Como mencionei anteriormente, Jesus disse que “... será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem”. Jerusalém permaneceu nas mãos dos Romanos e Bizantinos até 638 aC. Os invasores Muçulmanos os expulsaram e mantiveram a cidade até o século 11. Ela mudou de mão várias vezes depois disso. Então vieram os Cruzados. A cidade foi passada dos Cruzados para os Muçulmanos e vice-versa até o século 13. Naquele tempo Saladino expulsou definitivamente os Cruzados. Os Mamelucos do Egito a tomaram no século 14. Jerusalém caiu diante dos Turcos Otomanos em 1517. A cidade foi ignorada pelos próximos 500 anos. Jerusalém não tinha importância no império Muçulmano Turco.

Os estágios finais do destino de Jerusalém foram estabelecidos na tomada pelos Britânicos em 1917. Quando os Britânicos terminaram seu mandato sobre a Palestina em 15 de maio de 1948, Os Israelitas declararam o Estado de Israel. Após quase vinte séculos de guerra, conquistas e negligência, a cidade sobreviveu. E assim também os Judeus, orando confiantemente a cada Páscoa, “No próximo ano em Jerusalém”. Mais de 2.500 anos atrás o Salmista escreveu sobre Jerusalém, “Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça-se a minha direita da sua destreza. Se me não lembrar de ti, apegue-se-me a língua ao meu paladar; se não preferir Jerusalém à minha maior alegria”.