Jerusalém: Um Cálice de Tontear

O Pacificador

Jerusalém, a cidade da paz, só conheceu guerras na maior parte dos últimos 2000 anos. Entre as guerras, seus vários invasores a ocuparam. Quando não está sendo contestada em batalha, seus ocupantes e o mundo ao redor a ignoram largamente. No século 19 poucos americanos sequer tinham conhecimento que ela ainda existia como cidade.

Hoje, ela é diariamente manchete das notícias. A maioria dos americanos sabe mais sobre Jerusalém do que sobre qualquer outra cidade do mundo, exceto Washington e sua própria cidade natal. Exatamente como a Bíblia predisse que seria, com milhares de anos de antecedência. Os mesmos profetas também predisseram o pacificador por vir. Essas profecias dependiam da colocação de Jerusalém na improvável posição no centro do palco do mundo.

Jerusalém está onde deveria estar nos últimos dias, um barril de pólvora, tanto politicamente quanto espiritualmente. O barril de pólvora do Oriente Médio foi feito sob medida para o pacificador de Daniel. O apóstolo João falou desse pacificador como o “cavaleiro do cavalo branco”. Ele é o primeiro dos quatro cavaleiros do Apocalipse.

João o vê com um arco, o símbolo da guerra, mas sem flechas. Daniel diz que “pela paz [ele] destruirá a muitos” antes seja “destruído sem uso de mãos” pelo Príncipe da Paz. Ele é o anticristo, e o palco está pronto para a sua aparição.

O destino de Jerusalém está traçado, vai acontecer. E o seu destino, já está traçado?