O Palco Está Montado: Será Juízo Ou Destruição?

Por Jeffrey K. Radt

27 de Novembro de 2007

www.raidersnewsnetwork.com  

Precisamos nos arrepender e orar pelo perdão dos pecados de nossa nação. Especificamente, precisamos orar para que Deus tenha misericórdia de nós.

Em poucos dias, a América nunca mais será a mesma enquanto temo que estejamos entrando em um novo estágio em nosso relacionamento espiritual com o nosso Senhor e Criador. Eu devo mesmo ir tão longe quanto dizer que teremos alcançado o proverbial ponto sem volta.

Nosso Deus é um Deus de graça, misericórdia e amor. Entretanto, Ele também é um Deus de santidade, retidão e justiça. Por exemplo, Naum advertiu que conquanto Deus seja um Deus reto e santo, Ele é também um que não tolerará o pecado (Naum 1:2-3):

“O Senhor é Deus zeloso e vingador; o Senhor é vingador e cheio de furor; o Senhor toma vingança contra os seus adversários, e guarda a ira contra os seus inimigos. O Senhor é tardio em irar-se, mas grande em poder, e ao culpado não tem por inocente.”

A Bíblia também diz que Deus abençoará quem abençoar Israel e amaldiçoará aqueles que amaldiçoam Israel (Gêneses 12:3). A Bíblia diz que quem tocar em Israel toca “a menina dos olhos de Deus” (Zacarias 2:8).

A próxima conferência de Annapolis é análoga ao pensamento de nosso governo de cutucar os olhos de Deus e cegá-Lo por tempo suficiente para que crie um legado em seus próprios termos e independente de Seu plano para Seu povo escolhido assim como para a humanidade.

Eles terão sim um legado, mas haverá alguém por aí para ler sobre ele nos livros de história?

Incomoda a mais alguém ver um assim chamado presidente Cristão e sua administração descaradamente levantar o nariz para Deus? Desculpe-me, mas qualquer verdadeiro Cristão que tenha passado tempo lendo sua própria Bíblia saberia que Israel está fora dos limites e que a paz verdadeira jamais será estabelecida até que Jesus Cristo volte novamente.

Ignorar a história – especialmente a história recente – tudo por um expediente político é perigoso e arrogante. Continuar a forçar tais iniciativas é suicídio, quase psicótico, e mostra um desdenho por Deus e Suas verdades para não mencionar um completo mau-entendimento das Escrituras e da escatologia.

MONTANDO O PALCO

O Dr. David R. Reagan publicou um estudo verdadeiramente marcante sobre os eventos mundiais recentes e sua significação profética com relação a Israel em seu web site Lamb & Lion Ministries. Eu o encorajo a tirar algum tempo para ler seu relatório na totalidade, porque ele fornece algumas informações profundas sobre este tópico e inclui comentários sobre por que nós podemos estar em uma conjuntura crítica na história de nossa nação.

Sua tese é a base deste trabalho e em muitos casos vários trechos serão incluídos aqui dada sua grave importância para os próximos eventos mundiais com imensas implicações espirituais

O que emerge da leitura é uma clara e apurada descrição de que estamos nos umbrais da Tribulação e, como o Dr. David Reagan coloca, “estamos vivendo em tempo emprestado.”

Para começar, Deus é quem estabelece as nações e é Ele quem as derruba (Daniel 2:20-21). Quando uma nação se rebela contra Deus, Ele responde primeiro levantando vozes proféticas para chamar a nação ao arrependimento.

Essas não são pessoas com conhecimento sobrenatural do futuro. São simplesmente aqueles que têm o dom espiritual do discernimento para ver onde uma nação está perdendo o sinal de Deus. Em outras palavras, eles sabem como aplicar as Escrituras aos eventos atuais.

Se uma nação se recusa a dar ouvidos às vozes proféticas, Deus então enviará juízos terapêuticos. Isso quer dizer que Deus fará o que tiver que fazer para conseguir nossa atenção. Deuteronômio 28 lista as várias formas que esses juízos podem tomar, o que inclui fracasso econômico, rebelião dos jovens, uma epidemia de divórcios, confusão no governo, dominação estrangeira e derrota militar. O capítulo também mencionar desastres naturais como seca, fracasso das plantações e pestilência.

Às vezes Deus usa sinais da natureza para delinear a importância de eventos importantes. Mais freqüentemente, Ele usa sinais da natureza como juízos terapêuticos para chamar nações ao arrependimento. Ele sempre falou ao mundo através dos sinais da natureza. Um exemplo que vem prontamente à mente é o nascimento de Jesus quando Deus colocou uma luz especial no céu. Outro é quando Jesus foi crucificado e a terra experimentou três horas de escuridão e um importante terremoto.

Há também muitos exemplos de juízos terapêuticos na Bíblia que envolvem desastres naturais. Por exemplo, as pragas com que Deus afligiu o Egito para convencer o Faraó de que deveria libertar os filhos de Israel do cativeiro. Eu poderia continua e continuar.

Claramente, a Bíblia e a história atestam o fato de que Deus tem um padrão para lidar com as nações.

Tristemente, há vezes em que uma nação ignora tais mensagens de Deus e, ao contrário, se aprofunda contra Ele e Seus chamados ao arrependimento. Este é o ponto sem volta e é freqüentemente referido como “quando as feridas se tornam incuráveis” (Naum 3:19, Jeremias 30:12 e Miquéias 1:9).

É neste ponto que o Senhor entregará a nação do juízo à destruição.

Todas as catástrofes naturais representam juízos terapêuticos de Deus? Não – a maioria é produto dos processos naturais de nosso sistema climático. Como então podemos determinar quando uma calamidade natural é um juízo terapêutico?

O Dr. David R. Reagan sugere, “Um fator importante é o tempo do evento em relação aos pecados da nação. Outro fator é a magnitude do evento. Juízos terapêuticos são designados para ter um grande valor de choque a fim de capturar a atenção das pessoas e forçá-las a pensar com uma perspectiva eterna. O fator mais importante é o Espírito de Deus testemunhando aos espíritos daqueles a quem Ele deu o dom de profecia. Eles serão motivados a falar com uma única voz.”

A culminação dos juízos terapêuticos nos EUA na história recente parece vir com o 11 de setembro. Essa tragédia foi um chamado a despertar de Deus para a nossa nação se arrepender. Pessoalmente, ela cumpriu esse propósito em minha própria vida.

Não há o que questionar quanto aos nossos pecados nacionais terem trazido juízos terapêuticos de Deus. Ainda assim, como o Dr. David R. Reagan brilhantemente cataloga, “o que eu acho que falhamos em perceber é que desde 1991 muitos dos juízos que temos experimentado estavam diretamente relacionados com os nossos maltratos a Israel.”

ENSAIO GERAL

A Bíblia nos fornece muitos sinais que devemos aguardar que sinalizarão o breve retorno de Jesus Cristo. Os sinais relacionados com Israel são os mais importantes.

A chave para entender onde estamos na linha profética de Deus é olhar com mais atenção para o povo Judeu e para o estado de Israel já que eles são o relógio de Deus.

Deus freqüentemente aponta para eventos futures e diz que eles ocorrerão quando certas coisas acontecerem envolvendo Israel. Um bom exemplo pode ser encontrado em Lucas 21:24, quando Jesus é citado dizendo que Ele voltaria “quando Jerusalém não for mais pisada pelos Gentios.”

Nos tempos do fim, todas as nações do mundo virão juntas contra Israel sobre a questão de Jerusalém (Zacarias 12:3). Tragicamente, apesar de muitas de nossas bênçãos como nação terem sido devidas ao fato de que temos historicamente sido um paraíso seguro e amigo para o povo Judeu, foi no começo dos anos 90 quando nós começamos a nos voltar contra Israel.

Acredite ou não, fomos nós que forçamos Israel a adotar a atual política suicida de apaziguamento e temos estado a torcer seu braço desde então, pressionando-os a dividir a terra que Deus deu a eles como possessão eterna.

O correspondente da Casa Branca William Koenig recentemente escreveu um livro intitulado Olho no Olho. Ele tem o subtítulo Encarando as Conseqüências de Dividir Israel. A tese do livro é que muitas das calamidades naturais, contratempos econômicos e crises políticas experimentados pelos Estados Unidos desde 1991 têm estado diretamente relacionados a atitudes que tomamos para forçar Israel a entregar territórios aos Árabes.

Koenig é um devoto Cristão Evangélico que tem o dom da profecia. Conseqüentemente, ele tem o discernimento para ver a relação sobrenatural entre eventos mundiais e juízos de Deus.

Seu livro tinha uma capa muito profética. Ela mostrava o Presidente Bush olhando sobre seu ombro direito para um furacão, e no olho do furacão estava uma Estrela de Davi, o símbolo de Israel.

O Título do livro, Olho no Olho, foi sugerido pela esposa de Koenig. Ela o tirou do comentário de Mathew Henry sobre Isaías 52:8 -

“Eles [os atalaias] verão uma exata concordância e correspondência entre a profecia e os eventos, a promessa e a atuação; eles verão como olham um para o outro olho no olho, e ficarão satisfeitos que o mesmo Deus falou um e fez o outro.”

Em outras palavras, nos tempos do fim haverá pessoas que são profeticamente dotadas para reconhecer a correspondência entre as profecias da Bíblia e os eventos mundiais.

Em seu livro Koenig mostra os incríveis paralelos entre o maltrato dos EUA contra Israel e as subseqüentes calamidades naturais, contratempos econômicos e crises políticas. Deixem-me compartilhar uns poucos exemplos que ele dá.

A Conferência de Madri – Esta conferência, que forçamos sobre Israel, marcou o começo do processo “terra por paz”. A abertura da conferência, em 30 de outubro de 1991, coincidiu com a formação da “Tempestade Perfeita”. Esta foi a tempestade quebradora de recordes ao longo de nossa costa Atlântica que produziu ondas de 30 metros e danificou pesadamente a casa do Presidente Bush em Kennebunkport no Maine. As manchetes do USA Today em 1 de Novembro de 1991 tinham a história da tempestades e a Conferência de Madri lado a lado.

Sexta Rodada das Negociações Bilaterais de Paz – Em junho de 1992 Ytzhak Rabin foi eleito o novo Primeiro Ministro de Israel. Imediatamente insistimos que ele viesse a Washington D.C. e  se encontrasse com Yasser Arafat. No dia em que esse encontro começou, 24 de Agosto de 1992, o Furacão Andrew se lançou sobre a Flórida com ventos de 280 quilômetros por hora. O estrago feito somou mais do que 30 bilhões de dólares – o mais custoso furacão na história dos EUA até então.

Arafat nas Nações Unidas – Em setembro de 1998, Yasser Arafat foi convidado a falar a uma sessão especial das Nações Unidas que ocorreu em Nova York. O Presidente Clinton combinou um encontro com ele para colocar pressão sobre Israel. Enquanto o encontro acontecia, o Furacão Georges se lançou contra a Costa do Golfo causando mais de 6 milhões de dólares em danos.

Arafat e um Estado Palestino – Com nosso apoio e encorajamento, Arafat anunciou que iria proclamar um estado Palestino em 4 de maio de 1999. Apesar de o Presidente Clinton mais tarde persuadir Arafat a adiar a declaração pelo menos até dezembro, no mesmo dia em que a proclamação deveria ter acontecido (3 de maio nos EUA, 4 de maio em Israel), o mais poderoso tornado na história dos Estados Unidos rasgou através de Oklahoma City com ventos de 500 quilômetros por hora, destruindo mais de 2000 lares.

A Conferência de Camp David – De 11 a 24 de julho, no verão de 2000, o Presidente Clinton ciceroneou uma conferência entre Israel e a Autoridade Palestina. Clinton pressionou o Primeiro Ministro Israelense Ehud Barak a entregar as terras no coração de Israel. Precisamente durante aqueles dias, uma grande onda de calor atacou a parte central sul dos Estados Unidos e incêndios começaram nos estados do Oeste. Em certo momento, havia mais de 50 focos de incêndio que consumiram mais de 2000 quilômetros quadrados antes do fim do mês.

Celebração do Ramadan na Casa Branca – Na noite de quinta-feira, 7 de novembro de 2002, o Presidente Bush ciceroneou um jantar na Casa Branca para honrar o feriado religioso Muçulmano chamado de Ramadan. Em seu discurso naquela noite, o Presidente disse:

“… esta temporada comemora a revelação da palavra de Deus no santo Corão ao profeta Maomé. Hoje essa palavra inspira os Muçulmanos a levar suas vidas de honestidade e integridade e compaixão...

“Nós vemos no Islã uma religião que traça suas origens ao chamado de Deus a Abraão...”

Dois dias depois um total de 88 tornados atingiu o Arkansas, o Tenessee, o Alabama, o Mississipi, a Georgia, Ohio e a Pensylvania...

O Plano de Paz para o Oriente Médio – Em 30 de abril de 2003, o Embaixador Americano Daniel Kurtzer apresentou o plano de paz “Mapa da Estrada” ao Primeiro Ministro Israelense Ariel Sharon. Era um plano formulado por uma horrorosa coalizão chamada “o Quarteto”. Esse grupo era formado pela Rússia, a União Européia, as Nações Unidas e os Estados Unidos. Ele chamava Israel a entregar Gaza e sua área central da Judéia e Samaria aos Palestinos. Em 3 de maio o Secretário de Estado Colin Powell partiu para o Oriente Médio para as negociações para implementar o plano. Em 4 de maio o Secretário Powell se encontrou com o líder terrorista Hafez Assad da Síria e fez um compromisso com ele de incluir a rendição das Colinas f]de Golã no plano de paz. Naquele dia uma série de tornados começou a rasgar a parte central dos Estados Unidos. Pelos próximos sete dias, houve um total de 412 tornados – o maior grupo já observado pelo NOAA desde que começou seus registros em 1950. O registro anterior era de 177 em 1999.

Em resumo, entre outubro de 1991 e novembro de 2004, os Estados Unidos experimentaram:

* 9 dos 10 maiores eventos de seguro da história dos EUA.

* 9 dos 10 maiores desastres naturais conforme classificação dos custos de alívio da FEMA.

* 5 dos mais custosos furacões da história dos EUA.

* 3 dos 4 maiores grupos de tornados  na história dos EUA.

Todos os quais estavam ligados à nossas tentativas de pressionar Israel quer a dividir sua terra quer entregar parte de sua capital, Jerusalém.

O mundo riria e chamaria isso de coincidências, mas os Cristãos não crêem em coincidências. Deus é soberano. Ele está no controle.

O mais recente evento caótico em Israel foi a retirada forçada de todos os Judeus de Gaza. Começou em 7 de agosto de 2005 e continuou até o dia 22, enquanto cerca de 9000 Israelenses eram arrancados de suas terras e lares. Muitos haviam estado na área por até 35 anos.

Foi um evento de cortar o coração ver mulheres e crianças movidas à força, sinagogas violadas, rolos da Torah profanados, casas demolidas, sepulturas violadas e fazendas destruídas. Comunidades Judaicas inteiras coram forçadamente removidas da terra que Deus deu ao povo Judeu como possessão eterna (Salmos 105:8-11).

E enquanto essa paródia ocorria, a Secretária de Estado Condoleezza Rice começava a aplicar mais pressão com a seguinte declaração: “Todos simpatizam com o que os Israelenses estão enfrentando... mas não pode ser somente Gaza.”

Qual foi a resposta sobrenatural de Deus?

A retirada terminou em 22 de agosto e, EXATAMENTE NO DIA SEGUINTE, o governo de Bermuda anunciou que uma depressão tropical se formara fora de sua costa. Chamada de “Katrina”, a tormenta se desenvolveu rapidamente no mais poderoso furacão da história moderna.

Ele se lançou sobre New Orleans e a costa do Mississipi quarto dias depois, no dia 27. O furacão interrompeu 25% de nossa produção de petróleo e destruiu o maior porto de nossa nação (o 5° maior do mundo em tonelagem).

Também é interessante notar que o furacão atingiu somente três dias antes da data agendada para New Orleans – que freqüentemente se refere a si mesma com “Cidade do Pecado dos EUA” – sediar um evento ímpio que veio a ser chamado “Carnaval Gay”. O tema naquele ano era “Jazz e Jezabels”.

O evento do ano anterior atraiu 125.000 foliões que orgulhosamente ostentavam sua perversão publicamente em uma parada que destacava o bizarro. Inacreditavelmente, esse evento foi patrocinado por um grupo que chama a si mesmo de “Decadência Sulista”.

New Orleans é conhecida por suas práticas ocultistas, particularmente o vodu. A cidade também é famosa por seus altos índices de assassinatos e sua galopante corrupção política.

Não obstante, eu não creio que a tempestade tenha sido primariamente um julgamento sobre a cidade de New Orleans. Antes, eu a vejo como um juízo sobre toda a nossa nação por nossos maltratos a Israel. As conseqüências da tempestade foram nacionais no alcance.

Ainda não está convencido de que talvez Deus estava tentando nos dizer algo?

O Rabino Joseph Garlitzki da sinagoga de Tel Aviv do movimento internacional Chabad Lubavich, relatou ao WorldNetDaily um discurso que fez logo depois do Furacão Katrina:

“Nós não temos profetas que possam nos dizer exatamente quais são os caminhos de Deus, mas quando vemos algo tão enorme quanto o Katrina, eu diria que (o presidente) Bush e (a Secretária de Estado Condoleeza) Rice precisam contabilizar suas ações, porque algo errado foi feito pela América de uma forma muito grande. E aqui há muitas conexões óbvias entre a tempestade e a evacuação de Gaza, que ocorreram uma sobre a outra. Ninguém tem permissão de tirar um centímetro da terra de Israel do povo Judeu.”

Algumas dessas “conexões óbvias” ou similaridades assustadoras entre o Katrina e a evacuação de Gush Katif, incluindo paralelos em eventos, nomes e números:

* Perto de 10.000 Judeus foram expulsos de seus lares na Faixa de Gaza e partes do norte de Samaria. O número de mortos do Katrina foi pouco mais que 10.000.

* A razão populacional entre a América e Israel é de cerca de 50:1. Dez mil Judeus que perderam seus lares em Gaza equivalem aos cerca de 500.000 Americanos que foram relatados como tendo sido desalojados como resultado do Katrina.

* As comunidades Judaicas de Gaza estavam localizadas na região costeira sul de Israel; a região costeira sul dos Estados Unidos foi atingida pelo Katrina.

* Katrina, escrito em Hebraico, tem um equivalente numérico de 374, de acordo com um sistema bíblico de numeração mantido por todas as autoridades tradicionais Judaicas. Duas passagens relevantes na Torah compartilham o exato equivalente numérico: “... te fizeram mal” (Gêneses 50:17) e “... pelo meio do mar em seco” (Êxodo 14:16).

* Bush, do Texas, e Rice, do Alabama, eram os mais vocais apoiadores Americanos da evacuação de Gaza. O Furacão Katrina atingiu entre o Texas e o Alabama – Louisiana e Mississipi.

* Similaridades nas cenas: Muitos residentes da Gaza Judaica subiram em seus telhados para escapar da ameaça de expulsão, enquanto residentes do Costa do Golfo subiram em seus telhados para se protegerem da enchente.

* Gush Katif era uma importante área agrícola para Israel, abastecendo o estado Judaico com 70 por cento de seus produtos. Um porto de New Orleans que exportava muito da produção agrícola do Meio-oeste foi destruído pelo Katrina.

Por que a Administração Bush está ansiosa por ignorar a história recente na busca da ilusória perspectiva de paz no Oriente Médio?

SOBEM AS CORTINAS

O Presidente Bush criou um legado histórico ao promover e forçar uma agenda doméstica que ressoava com os corações e mentes de sua base de apoio conservadora.

Entretanto, ao invés de usar seu púlpito intimidador para avançar medidas vitais importantes para nós, ele decidiu tomar um caminho que levará à infâmia, não à fama.

Falando do Presidente Bush, muitos estão perguntando porque um Evangélico tão comprometido poria uma pressão tão excessiva sobre Israel. Mais e mais pessoas estão perguntando, “Por que o Presidente Bush não vê a significância profética de Israel do fim dos tempos?” O Dr. David R. Reagan recentemente colocou esta questão para Bill Koenig quando o entrevistou. Sua resposta foi bastante iluminadora.

Koenig apontou que o Presidente Bush cresceu na Igreja Episcopal e em anos recentes freqüentou a Igreja Metodista. Apesar de haverem pastores em ambas as igrejas que reconheçam a significância profética do Israel moderno, a vasta maioria dos líderes espirituais em ambas as igrejas (e especificamente no nível nacional) crêem na Teologia da Substituição. Esta é uma teologia que diz que Deus lavou de Suas mãos o povo Judeu no primeiro século e substituiu Israel pela Igreja. Eles, portanto, não vêem significância profética no restabelecimento de Israel.

Koenig declarou que dentro da Administração Bush o Presidente não é a única vítima dessa teologia errônea. Ele está cercado por pessoas de Deus que também cresceram espiritualmente em igrejas da Substituição. Então, mesmo que essas pessoas possam respeitar as raízes Judaicas de sua fé, elas não apreciam a significância profética do Israel dos dias atuais.

Eu acho que este seja só mais um caso de um cego guiando outro cego.

Também acho incrivelmente fascinante que Jesus tenha ditto que os sinais dos tempos seriam como “dores de parto” (Mateus 24:8) descrevendo os tempos do fim referindo-se a ele de uma forma que todas as culturas e povos pudessem entender – gravidez e nascimento.

Uma leitura casual de qualquer reportagem da mídia sobre a próxima conferência de paz de Annapolis na semana passada descobriu alguns paralelos alarmantes no uso que Jesus fez do simbolismo que levantariam algumas sobrancelhas.

Por exemplo, considere que um artigo declarou que “Annapolis nos trará mais próximos ao que o Chefe de política estrangeira da União Européia Javier Solana diz ser realizável dentro de nove meses, referindo-se a um acordo de paz entre Israel e os Palestinos que daria à luz um estado Palestino nas terras do concerto de Israel...” (itálicos meus).

Não creio que seja mera coincidência que tal palavreado tenha sido usado em conexão com questões envolvendo a terra santa de Deus.

O blogger Michael Mickey do Rapture Alert postulou recentemente que os Estados Unidos poderiam estar assentados sobre uma bomba-relógio cataclísmica.

Em um artigo amplamente lido na semana passada, Mickey escreveu:

“Enquanto os Estados Unidos se preparam para sua próxima conferência de paz para o Oriente Médio a ser realizada em Annapolis, Deus está, em minha opinião, atraindo nossa atenção para o fato de que Ele está mantendo um olhar de perto sobre os desenvolvimentos relacionados a esta abençoada nação dar ouvidos aos inimigos de Israel e, de fato, dar-lhes apoio para obter porções das terras do concerto de Israel dadas por Deus.

“Como Deus está atraindo a atenção daqueles desejosos de ver as conotações espirituais dos eventos que transpiram no mundo ao redor de nós enquanto Annapolis se aproxima, potencialmente colocando nossa nação em grande perigo de se colocar no lado da maldição  da promessa de Deus de bênção e maldição registrada em Gêneses 12:3? Ele está atraindo nossos olhos em direção a Yellowstone – e dramaticamente assim ultimamente, em minha opinião.

“O The Independent revelou recentemente um artigo em seu site intitulado ‘Yellowstone: A Bomba Relógio Sob a América.’

“As linhas iniciais do artigo são tudo menos reconfortantes, e dizem o seguinte:

“‘Profundamente abaixo do Parque Nacional de Yellowstone está um vasto super-vulcão que, se explodisse, poderia devastar a maior parte dos EUA. Recentemente, ele tem estado um pouco inquieto demais para nos confortar.’

“Inquietante demais para nos confortar, de fato, quando consideramos que Annapolis bem pode nos levar perto do que o chefe de política externa da União Européia Javier Solana diz ser ‘realizável’ dentro de nove meses, referindo-se a um acordo de paz entre Israel e os Palestinos que daria à luz um estado Palestino nas terras do concerto de Israel!

Conclusões?

“Tentar encontrar os Estados Unidos na profecia bíblica é como procurar uma agulha no palheiro. Yellowstone pode ser uma resposta para o porquê? Não tenho certeza mas o último parágrafo do artigo do The Independent certamente não fecha a porta para esta possibilidade:

“Mas e se o solo em Yellowstone não começar a afundar? Bem, essas caldeiras, ele admite, ocasionalmente arrotam. Vamos esperar que a dor de barriga do parque se resolva – um tal “arroto” sacudiria metade do planeta.

“A despeito da clara advertência de Deus em Gêneses 12:3 de que Ele abençoará aqueles que abençoarem Israel e amaldiçoará aqueles que o amaldiçoarem, os Estados Unidos, potencialmente dentro de um ano de um acordo de paz vir à existência que bem pode levar à profetizada crise de ‘paz e prosperidade’ predita em 1 Tessalonicenses 5:3, estarem colocando a Palavra de Deus de lado a despeito de os muitos líderes Cristãos e Rabinos Judeus advertirem publicamente contra os Estados Unidos ajudarem Israel fazer o que a profecia bíblica claramente nos demonstra ser o equivalente a um concerto com o inferno, é tudo menos sábio!

“Não sei quanto a você, mas se estivesse assentado sobre uma bomba-relógio, eu acho que seria cauteloso quanto a como minhas ações poderiam influenciar o resultado do meu apuro, especialmente se o projetista da bomba estivesse olhando cada movimento meu com o gatilho em suas mãos e eu estivesse amplamente advertido por aqueles que o conhecem melhor de que certas práticas minhas poderiam levar ao meu desastre!

“Mas sou só eu.

“Que o Senhor tenha misericórdia daqueles que Ele desejar, particularmente aqueles de nós que O amam e temem Seus justos juízos.”

Uma erupção importante em Yellowstone nos tempos modernos seria devastadora. Ela arrasaria o parque nacional e as comunidades vizinhas, espalharia cinzas vulcânicas como vidro moído da costa do Pacífico até o Meio-Oeste e causaria mudanças globais no clima por causa da poeira e gases lançados no ar, de acordo com Smith, que descreveu os potenciais efeitos em detalhes no seu livro Janelas Para o Interior da terra, publicado em 2000.

Uma moderna erupção à toda força em Yellowstone mataria milhões, direta e indiretamente, e faria todos os vulcões registrados na história humana parecerem pequenos em comparação.

Deus está em Seu trono. Ele está no controle. Ele não pode ser ridicularizado. Ele não tolerará a divisão de Sua terra santa. Nem tolerará tremenda imoralidade que ridicularize tudo o que é moral e decente.

Deus ama nossa nação. Ele nos tem abençoado mais do que qualquer outra nação. Sua Palavra diz que daqueles a quem muito é dado, muito será exigido (Lucas 12:47-48). Sua Palavra também diz que Ele disciplina aqueles a quem ama (Hebreus 12:7).

Outra coisa que Sua Palavra deixa clara é que quando Ele envia disciplina, o propósito fundamental nuca é punir. Ao contrário, o propósito é nos chamar ao arrependimento para que possamos ser salvos.

Eis como o profeta Isaías expressou isso: “havendo os teus juízos na terra, os moradores do mundo aprendem justiça” (Isaías 26:9b).

Nosso Deus é verdadeiramente um Deus de maravilhosa graça. Mesmo quando derrama Sua ira, Ele o faz esperando que isso provoque arrependimento para que as pessoas sejam salvas.

Nós como nação temos nos colocado contra Ele. Nós O estamos tentando a nos mover do juízo à destruição. Nosso Deus é tão misericordioso. Ele está pacientemente nos enviando um chamado a despertar após outro porque Ele nunca derrama Sua ira sem aviso.

Não se engane, um chamado a despertar de Deus está no horizonte. É imperativo que quando esse chamado chegar nós simplesmente não rolemos e apertemos o botão “soneca”  - novamente.

Oro para que desta vez tenhamos o desejo no coração de querer mudar nossos caminhos, arrepender e focalizar nosso coração e mente no que é verdadeiramente uma busca digna: Um relacionamento e uma vida com nosso Senhor e Salvador.

Oro para que os corações dos nossos líderes sejam abertos à significância de Israel na profecia bíblica.

Enquanto os representantes de muitas nações ao redor do globo convergem para Annapolis esta semana, eles estão todos prontos a desempenhar seu papel no palco da história mundial.

A cortina pode estar se erguendo nesta “histórica” conferência de paz, mas a cortina pode também estar se fechando sobre o palco da história humana como a conhecemos.

O resto de nós esperará prendendo o fôlego a resposta espiritual resultante que paira sobre nós. A única questão que permanece é se Deus irá nos enviar juízo ou destruição.

Fontes Citadas:

Lamb & Lion Ministries: Home of Christ in Prophecy. (2005).

Hurricane Katrina: The Prophetic Significance Retrieved

23 de Novembro de 2007

from http://www.lamblion.com/articles/prophecy/signs/Signs-10.php