Gogue e Magogue

A Espada de Alá

“Lute e destrua os pagãos (infiéis) onde quer que os encontre, e os prenda, e os sitie, e fique à espera deles em todo estratagema de guerra”. – Corão, Sura 9:5

“Crentes (Muçulmanos), não tomem nem Cristãos nem Judeus por amigos: eles são amigos uns dos outros. Quem dentre vós buscar a sua amizade se tornará um contado com eles, e Deus não guia (esses Judeus e Cristãos) malfeitores”. – Corão, Sura 5.51–5:74

A agenda Islâmica não pode mais ser ignorada. Eles têm os recursos, petróleo e renda com o petróleo, e, agora, armas nucleares. Sua “ Jihad ” não é contra os Judeus, está direcionada a todo o mundo não-Mulçulmano. O Mundo do Islam divide o universo em inteiro em somente duas partes: Dar Al Islam, o domínio dos fiéis (o Islam); e Dar Al Harb, aqueles contra quem eles estão em guerra até o Dia do Julgamento!

O Islam comanda quase 2 bilhões de adeptos, e é claramente a religião com crescimento mais acelerado no mundo hoje. No século 21, o Islam é a maior ameaça ao Cristianismo e ao mundo livre. Na Inglaterra, existem mais muçulmanos do que Cristãos Evangélicos, mais de 1.000 igrejas forma convertidas em mesquitas. Existem mais Muçulmanos do que Judeus na América do Norte. Existem mais de 2.000 mesquitas nos Estados Unidos.

É interessante notar que o Islam não começou com Maomé. Antes do advento de Maomé, os Sabeans da Arábia estavam na religião astral, a adoração dos corpos celestiais. A lua era vista como uma deidade masculina; o sol uma deidade feminina e as estrelas eram vistas como suas crias. Foi deste pano de fundo que conseguimos nosso calendário lunar. Jejuns eram e ainda são feitos de lua crescente a lua crescente.

Um dos nomes para o deus-Lua era “Sin”. “Sin” foi elevado ao topo do panteão Babilônico por Nabodnidus em um esforço para tornar a religião Babilônica aceitável para seus dominados como os Árabes e os Arameus, que estimavam o deus-Lua, e tinham dificuldade de se identioficar com Marduk, a suprema deidade Babilônica associada primariamente com a cidade de Babilônia. Sin, “O Controlador da Noite”, tinha a lua crescente como seu emblema, e o calendário baseado na lua, que mais tarde se tornaram os principais símbolos do Islam. O deus-Lua era adorado na Arábia como Al-llah, mais tarde simplificado para Allah. Allah era o “Senhor da Ka’aba” (“cubo”), o centro da adoração pagã, governando sobre 360 ídolos. Devido à sua localização ao longo de rotas mercantes, Mecca se tornou o centro de todas as religiões pagãs da Arábia.

Era um requisito, muito antes de Maomé, curvar-se e rezar em direção a Mecca. Peregrinações para lá eram exigidas; a Ka’aba, local da protetora pedra negra, era circulada sete vezes, beijada, e então os peregrinos corriam para Wadi Mina para atirar pedras no Demônio. Esse rituais pagãos ainda são praticados no Islam hoje.

A natureza do Islam é um legado de ódio, nascido de engano, amamentado de violência. Islam significa “submissão”. Originalmente, se referia à força que fazia um guerreiro do deserto que, mesmo enfrentando condições impossíveis, lutaria até a morte por sua tribo.

A natureza de Allah, deus do Islam, difere grandemente do Deus Cristão. O Allah Islâmico é incompreensível, impessoal, caprichoso (portanto indigno de confiança). O Deus do Velho Testamento é imutável, inamovível, e faz e mantém Seus concertos e promessas. Há um importante contraste entre Maomé e Jesus Cristo. Maomé não era sem pecado: Sura 40:55. Nem jamais operou um simples milagre: Sura 17:91-95. Ele não morreu por ninguém. Diferentemente de Jesus Cristo, nenhuma relação pessoal é possível: Maomé está morto.

O problema do Islam não é o tamanho de Israel: a existência de Israel é o problema. Todo o Islam está irrevogavelmente engajado na total destruição de Israel. Então, não importa quanta terra Israel ceda ou quantas concessões eles façam, enquanto Israel continuar existindo, sempre haverá um espinho no lado do Islam. Poderia a batalha de Ezequiel 38 ser a tentativa do Islam de remover esse espinho de seu lado de uma vez por todas? A Rússia tem-se alinhado com a maioria das nações listadas em Ezequiel 38, sendo seu fornecedor de armamentos e mesmo indo tão longe quanto assinar tratados com essas nações para protegê-las em caso de guerra. Então, o anzol no queixo já foi colocado, acredito que Deus já está dando puxões na linha!